DESAFIOS DO TRABALHO
FEC participa de encontro com ministro Luiz Marinho
Após lançar o Programa de Qualificação Social e Profissional Manuel Querino, em parceria com a Setre Bahia, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, se reuniu, em Salvador, com representantes das centrais sindicais e sindicalistas de várias entidades. Participaram, também, o secretário do Trabalho, Davidson Magalhães, e a deputada federal Alice Portugal [PCdoB].
O ministro destacou feitos do governo para a classe trabalhadora e falou de projetos da área trabalhista que podem ser votados no Congresso Nacional. “Pegamos um país arrasado, mas as políticas implementadas produziram efeitos positivos para a economia, a classe trabalhadora e a população: geração de 2,5 milhões de empregos; política de valorização do salário mínimo; lei da igualdade salarial entre homens e mulheres; duas correções da tabela do Imposto de Renda; controle da inflação e crescimento do PIB acima das projeções do mercado financeiro. Temos que fazer mais para reconstruir o Brasil”, afirmou Marinho.
FEC E CTB
Para o presidente da FEC Bahia, Jairo Araújo, os dados são positivos e é possível avançar mais. “A CTB e a FEC querem que o governo reveja pontos da reforma trabalhista, que nos retirou muitos direitos, por exemplo. É importante ver a sustentação financeira dos sindicatos, definida em assembleia democrática e soberana pelas categorias. Sabemos das dificuldades para aprovação de projetos relevantes para a classe trabalhadora nesse Congresso de maioria conservadora. Por isso, precisamos eleger candidatos vinculados à luta dos trabalhadores e da base do governo Lula”, ponderou.

A presidenta da CTB Bahia e do SintraSuper, Rosa de Souza, também ressaltou os feitos do governo Lula e a atitude do Ministério em manter esse diálogo com as centrais. “Mas, é essencial avançar em questões que podem melhorar a vida dos trabalhadores e das trabalhadoras, e contribuir para o desenvolvimento do Brasil. É importante observar a pauta da classe trabalhadora, que consta no documento entregue palas centrais ao governo, em maio”, enfatizou.
