“CURTINDO À BEÇA”

E-commerce fatura R$ 1,4 bi no Dia do Consumidor

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O dia foi do consumidor, mas quem celebrou e curtiu muito foi o e-commerce brasileiro: faturou R$ 1,4 bilhão na data celebrado em 15 de março. A alta é de 13,8% em relação ao ano anterior, com 4,44 milhões de pedidos finalizados, avanço de 35,8%.

As informações foram divulgadas pela Confi, ecossistema de inteligência para o varejo brasileiro, com base em informações da plataforma Neotrust.

No acumulado entre 9 e 15 de março, o faturamento somou R$ 8,6 bilhões e o volume de pedidos passou de 25,3 milhões em 2025 para quase 30 milhões neste ano. A receita apresentou avanço de 2,4% na comparação anual. O tíquete médio do período foi de R$ 289,10.

O destaque ficou com o setor de medicamentos, que liderou as vendas e faturou R$ 562 milhões. O crescimento de 61,9% em relação ao ano passado foi impulsionado pela demanda por canetas emagrecedoras.

E OS SALÁRIOS E A SAÚDE?

É importante avaliar que as principais empresas do varejo no Brasil incrementaram o comércio eletrônico, que passaram a vender mais do que nas lojas físicas. Elas reduziram seus custos operacionais com funcionários, depósitos e logística.

Os que ficam, se sobrecarregam para garantir o funcionamento das lojas, sofrendo com estresse e pressão, comprometendo a saúde física e mental. E os vendedores? Com as vendas eletrônicas, muitos ainda atendem clientes que compraram pelo site ou aplicativo da empresa, mas sem receber algo por isso.

Chegou a hora de fazer esses lucros chegarem aos salários dos comerciários e das comerciárias que fazem o comércio crescer. Seja com reajustes decentes nas campanhas salariais ou com a implantação e melhoria na participação nos lucros e resultados. É o momento de acabar com a escala 6×1 e implantar ações que preservem a saúde da categoria.

com informações do Mercado & Consumo

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